pacificlandigos:

há um acorde fundamental de piano nessa música que me parece que foi o genesis (tony banks) que inventou. ela, de 73, aliás se encaixaria perfeitamente em algum disco posterior dos ingleses, como “wind and wuthering”.
isso mostra que a capacidade dos beach boys não era recompor musicalmente a exuberância da luz e do calor californianos, nem de, em dias mais sombrios, transportar a mesma força para ilustrar (cultuar), imprevisivelmente, o crepúsculo dos seres e das coisas.
mas, como a banda inglesa, fazer isso, cada ato musical desses, de forma simplesmente fantástica - no sentido do que se aproxima da fantasia, e não no sentido da magnitude (não somente dela). os beach boys fizeram da praia apenas um cenário-portal para seu mundo apenas vagamente explicável em conceitos que já conhecemos e que podem fluir numa análise racional.
é da capacidade de exalar fantasia que um som no fone pode se tornar um livro no bolso do ouvinte. ou seja, seu próprio mundo em miniatura. esses acordes são os mais precisos ao definir o melhor do nosso mundo, mesmo com suas agruras e crepúsculos. são os acordes fantásticos. “leaving this town”, holland, beach boys.

pacificlandigos:

há um acorde fundamental de piano nessa música que me parece que foi o genesis (tony banks) que inventou. ela, de 73, aliás se encaixaria perfeitamente em algum disco posterior dos ingleses, como “wind and wuthering”.

isso mostra que a capacidade dos beach boys não era recompor musicalmente a exuberância da luz e do calor californianos, nem de, em dias mais sombrios, transportar a mesma força para ilustrar (cultuar), imprevisivelmente, o crepúsculo dos seres e das coisas.

mas, como a banda inglesa, fazer isso, cada ato musical desses, de forma simplesmente fantástica - no sentido do que se aproxima da fantasia, e não no sentido da magnitude (não somente dela). os beach boys fizeram da praia apenas um cenário-portal para seu mundo apenas vagamente explicável em conceitos que já conhecemos e que podem fluir numa análise racional.

é da capacidade de exalar fantasia que um som no fone pode se tornar um livro no bolso do ouvinte. ou seja, seu próprio mundo em miniatura. esses acordes são os mais precisos ao definir o melhor do nosso mundo, mesmo com suas agruras e crepúsculos. são os acordes fantásticos. “leaving this town”, holland, beach boys.

(Source: ahabhadhiswhale, via pravus)

rodpower78:

Robert Plant and his collie Strider. The song “Bron-Y-Aur Stomp” was about him.

rodpower78:

Robert Plant and his collie Strider. The song “Bron-Y-Aur Stomp” was about him.

valew time

Kyle MacLachlan by Steven Meisel, 1995

Lindo. Marabilhoso

(Source: scareapalooza, via witchcraft-y)

mccartneymadness:

George Harrison singing the Lumberjack Song with Monty Pyhon

mccartneymadness:

George Harrison singing the Lumberjack Song with Monty Pyhon

(via tragicalhistorytour)

(Source: cactuseeds, via this--too--shall--pass)

(Source: epic-humor, via lednipples)

(Source: cecilia--queen, via emilythemayqueen)

gold-ens:


Sommaren med Monika, 1953

One of my all time favourite gifs

gold-ens:

Sommaren med Monika, 1953

One of my all time favourite gifs

(via beardedninjas)

I Get Around - The Beach Boys live in París, 1964.

(Source: i--can--hear--music, via lemondips)


Rose McGowan in The Doom Generation (1995)

Rose McGowan in The Doom Generation (1995)

(Source: filmwitches, via lednipples)

(Source: dreamyl4nd, via handsssalloverr)

I like stories with magic powers in them. Either in kingdoms on Earth or on foreign planets. Usually I prefer a girl hero, but not always.”

Suzy Bishop in Moonrise Kingdom (2012)

(Source: adenosinetriphosphate, via dreamgrrrl)

(Source: twiggalina, via davidbowieinventedlipstick)